sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Para os Feras - ENEM 2011



Pessoal queria dedicar esse post a todos os meus alunos que farão a prova do ENEM nesse final de semana, estou torcendo por todos vocês. É necessário calma, atenção e perseverança.

Acreditem em vocês e mãos à obra!!!


BOA SORTE!!!!


"No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade."
Albert Einstein

"A persistência é o menor caminho do êxito."
Charles Chaplin


Angelo Branco

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Reserva ajuda a preservar a flora e a fauna da Mata Atlântica em AL

A natureza caprichou nas paisagens da cidade de Coruripe, litoral sul de Alagoas. A maior riqueza do lugar brota na terra desde os tempos da colonização. O verde dos canaviais se estende por toda parte. Pequenas ilhas de um verde mais escuro escaparam do desmatamento que a monocultura da cana produziu.
De um lado fica a Mata Atlântica e do outro o canavial. Durante séculos as plantações de cana avançaram pelo território que era da floresta. Fragmentada e dividida em pedaços, a mata ainda abriga tesouros preciosos da natureza, como o sítio do pau-brasil, que tem a importância reconhecida pelo mundo.
Árvores centenárias que estão entre as mais antigas do país transformaram o pedaço da floresta em um posto avançado da reserva da biosfera da Mata Atlântica, título conferido pela Unesco, a organização das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura.

Intocável
O cenário é bem parecido com a época do descobrimento, com árvores nativas gigantes misturadas a outras espécies da Mata Atlântica.
"Eu diria que este é um dos mais importantes sítios de pau-brasil nativos para o Brasil de forma geral porque são poucos os lugares onde é possível encontrar populações de pau-brasil em estado nativo”, explica a bióloga Rosângela Lemos.
A vigilância é constante e necessária. Armadilhas foram aprendidas com caçadores que provocariam cicatrizes na floresta. Para guardar para sempre este patrimônio da natureza, a usina criou duas RPPNs, Reserva Particular do Patrimônio Natural, que têm 288 hectares de mata nativa. As áreas são separadas por uma propriedade de outro dono. É uma parte pequena dos 36 mil hectares de um gigante do setor sucroalcooleiro. A usina esmaga mais de 11 milhões de toneladas de cana por ano.
“Eu acho que o ganho maior foi a conscientização como um todo. Nós tínhamos já o objetivo da RPPN porque nós tínhamos a mata nativa. Essa nativa era para preservar os mananciais hídricos e todas as nossas nascentes. É a grande vantagem”, justifica Cícero Augusto, gerente da usina.

Conhecimento científico
A RPPN está completando 10 anos e têm se tornando uma fonte inesgotável para a realização de pesquisas acadêmicas. Pesquisadores de todo o país encontram no único fragmento de 219 hectares uma biodiversidade riquíssima que nem sequer imaginavam.
O biólogo Marcelo Oliveira, de Minas Gerais, instalou 12 câmeras fotográficas no meio da mata. O projeto, da organização não governamental Biotrópicos, pretende mapear e calcular a quantidade de animais que ainda restam na reserva. Para atrair os bichos, o biólogo usa sardinha como isca. Em um ano de trabalho, foram feitos centenas de registros. Os bichos da mata foram fotografados de dia e de noite, em quantidade e diversidade surpreendentes
A maior façanha das armadilhas fotográficas foi registrar em movimento a ação de uma jaguatirica, uma onça pequena. O quati, atraído pelo cheiro da isca, logo outro apareceu. A cotia desfilou diante da câmera e foi farejando de um lado para o outro. Só conhecendo os moradores é possível protegê-los.
Para que a mata fique de pé foi preciso mudar a relação do maior predador com a floresta. Quinhentas famílias que moram no povoado vizinho e estavam acostumadas a transformar árvores em lenha e animais em refeição passaram a respeitar a mata. A estratégia passou pela conscientização e o fortalecimento dos moradores.

Fonte: G1

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Artigos sobre Desmidiaceae, Zygnematophyceae

Estou disponibilizando mais dois artigos sobre Chlorophytas do pessoal do Laboratório de Ficologia da UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana - BA), de autoria de Ivania Batista de Oliveira, Carlos Wallace do Nascimento Moura e o renomado Carlos Eduardo de Mattos Bicudo.



Euastrum (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) na planície litorânea do norte da Bahia, Brasil





Octacanthium e Xanthidium (Desmidiaceae, Zygnematophyceae)
em Camaçari, Estado da Bahia, Brasil