quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Excursão à João Pessoa - PB - Colégio Incentivo

A excursão foi realizada pelo Colégio Incentivo em parceria da Milanês Tour Receptivos com o objetivo de vivenciar conteúdos de História, Geografia, Ciências, Química e Biologia em determinados espaços e museus da capital paraibana.

Hotel Globo/museu
Energisa
Parque Zoobotânico Arruda Câmara - João Pessoa
Centro Histórico da cidade

Os alunos estão de parabéns pela participação que gerou um bom aprendizado para todos nós;

Agradecimentos:
A direção do Colégio Incentivo
A coordenação do Colégio Incentivo
A Fábio da Milanês Tour Receptivos
A todos do Energisa
Ao Professor Ardilis
Aos Alunos da 7ª e 8ª séries

Valeu pessoal!!!




Feira de artesanato na Praia do Jacaré


Energisa


Manaíra Shopping


Manaíra Shopping


Manaíra Shopping


Manaíra Shopping


Praia do Jacaré


Energisa


Praia do Jacaré


Energisa


Energisa


Energisa


Energisa


Energisa


Energisa


Energisa








Parque Zoobotânico Arruda Câmara


Parque Zoobotânico Arruda Câmara


Museu do Hotel Globo


Museu do Hotel Globo




Centro Histórico

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Indicadores do Recife 2010 - PDF


Indicadores em relação a educação e o meio ambiente são alguns dos números mostrados nessa publicação do Observatório do Recife que faz um leitura muito interessante da nossa querida Veneza brasileira.


Download Aqui


Fonte Observatório do Recife

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Para os Feras - ENEM 2011



Pessoal queria dedicar esse post a todos os meus alunos que farão a prova do ENEM nesse final de semana, estou torcendo por todos vocês. É necessário calma, atenção e perseverança.

Acreditem em vocês e mãos à obra!!!


BOA SORTE!!!!


"No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade."
Albert Einstein

"A persistência é o menor caminho do êxito."
Charles Chaplin


Angelo Branco

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Reserva ajuda a preservar a flora e a fauna da Mata Atlântica em AL

A natureza caprichou nas paisagens da cidade de Coruripe, litoral sul de Alagoas. A maior riqueza do lugar brota na terra desde os tempos da colonização. O verde dos canaviais se estende por toda parte. Pequenas ilhas de um verde mais escuro escaparam do desmatamento que a monocultura da cana produziu.
De um lado fica a Mata Atlântica e do outro o canavial. Durante séculos as plantações de cana avançaram pelo território que era da floresta. Fragmentada e dividida em pedaços, a mata ainda abriga tesouros preciosos da natureza, como o sítio do pau-brasil, que tem a importância reconhecida pelo mundo.
Árvores centenárias que estão entre as mais antigas do país transformaram o pedaço da floresta em um posto avançado da reserva da biosfera da Mata Atlântica, título conferido pela Unesco, a organização das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura.

Intocável
O cenário é bem parecido com a época do descobrimento, com árvores nativas gigantes misturadas a outras espécies da Mata Atlântica.
"Eu diria que este é um dos mais importantes sítios de pau-brasil nativos para o Brasil de forma geral porque são poucos os lugares onde é possível encontrar populações de pau-brasil em estado nativo”, explica a bióloga Rosângela Lemos.
A vigilância é constante e necessária. Armadilhas foram aprendidas com caçadores que provocariam cicatrizes na floresta. Para guardar para sempre este patrimônio da natureza, a usina criou duas RPPNs, Reserva Particular do Patrimônio Natural, que têm 288 hectares de mata nativa. As áreas são separadas por uma propriedade de outro dono. É uma parte pequena dos 36 mil hectares de um gigante do setor sucroalcooleiro. A usina esmaga mais de 11 milhões de toneladas de cana por ano.
“Eu acho que o ganho maior foi a conscientização como um todo. Nós tínhamos já o objetivo da RPPN porque nós tínhamos a mata nativa. Essa nativa era para preservar os mananciais hídricos e todas as nossas nascentes. É a grande vantagem”, justifica Cícero Augusto, gerente da usina.

Conhecimento científico
A RPPN está completando 10 anos e têm se tornando uma fonte inesgotável para a realização de pesquisas acadêmicas. Pesquisadores de todo o país encontram no único fragmento de 219 hectares uma biodiversidade riquíssima que nem sequer imaginavam.
O biólogo Marcelo Oliveira, de Minas Gerais, instalou 12 câmeras fotográficas no meio da mata. O projeto, da organização não governamental Biotrópicos, pretende mapear e calcular a quantidade de animais que ainda restam na reserva. Para atrair os bichos, o biólogo usa sardinha como isca. Em um ano de trabalho, foram feitos centenas de registros. Os bichos da mata foram fotografados de dia e de noite, em quantidade e diversidade surpreendentes
A maior façanha das armadilhas fotográficas foi registrar em movimento a ação de uma jaguatirica, uma onça pequena. O quati, atraído pelo cheiro da isca, logo outro apareceu. A cotia desfilou diante da câmera e foi farejando de um lado para o outro. Só conhecendo os moradores é possível protegê-los.
Para que a mata fique de pé foi preciso mudar a relação do maior predador com a floresta. Quinhentas famílias que moram no povoado vizinho e estavam acostumadas a transformar árvores em lenha e animais em refeição passaram a respeitar a mata. A estratégia passou pela conscientização e o fortalecimento dos moradores.

Fonte: G1

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Artigos sobre Desmidiaceae, Zygnematophyceae

Estou disponibilizando mais dois artigos sobre Chlorophytas do pessoal do Laboratório de Ficologia da UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana - BA), de autoria de Ivania Batista de Oliveira, Carlos Wallace do Nascimento Moura e o renomado Carlos Eduardo de Mattos Bicudo.



Euastrum (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) na planície litorânea do norte da Bahia, Brasil





Octacanthium e Xanthidium (Desmidiaceae, Zygnematophyceae)
em Camaçari, Estado da Bahia, Brasil