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terça-feira, 9 de julho de 2013

Osteoporose

Elaborando minhas aulas sobre histologia humana, mais especificamente sobre o tecido ósseo fui pesquisar mais a fundo uma das doenças mais comuns que afetam os ossos: a osteoporose. Que atingi principalmente mulheres com mais de 40 anos.
Nas minhas pesquisas me deparei com uma cartilha da Sociedade Brasileira de Reumatologia falando acerca das definições, causas, sintomas, prevenção, diagnóstico e exercícios para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes com osteoporose.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Intensivo ENEM - Bio Mais

Preocupado com o ENEM? Então se você ainda não se matriculou a hora é essa, ainda dá tempo! Ainda mais agora que BioMais Isolada vem com tudo com um preparatório intensivo para o ENEM!!! Quer ver seu nome lá no listão? Então corre pra BIOMAIS ISOLADA!!!!


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Evolução das plantas

Poucos livros tratam da origem dos organismos fotossintetizantes. Neste texto aponto as teorias que discutem a origem desses organismos fotossintetizantes. Para o presente texto utilizei o livro: Biologia vegetal de Eurico Cabral editora EDUSP.
Os primeiros seres vivos que deram origem as plantas são desconhecidos. Mas teriam sido seres unicelulares capazes de realizar fotossíntese e viviam dentro do mar, se deslocando dentro de massas de água que os carregavam, e possivelmente desenvolveram sensores captadores e direcionadores ao foco de luz para realizar a fotossíntese.
De acordo com a biologia molecular os eucariotos se dividiram em diversas linhagens filogenéticas; Animais, (metazoários invertebrados e vertebrados), fungos, plantas (com clorofila A e B, terrestres e algas verdes), algas vermelhas e estramenopilas ( algas pardas, diatomáceas e outras algas com clorofila A e C).
Segundo o botânico alemão Schimper em 1883, os eucariotos surgiram de endossimbioses múltiplas. No caso da mitocôndria, um protozoário primitivo fagocitou uma bactéria aeróbica e por algum problema enzimático a associação teria sido vantajosa para ambos, as bactérias fagocitadas foram reduzindo, diferenciações de lamelas formam ganhando invaginações da membrana plasmática até se transformarem nessas estruturas nas quais conhecemos hoje.
Essa teoria foi formalizada por Altmann em 1890 e em seguida Mereschkowsky em 1905 afirmou que um procedimento semelhante teria ocorrido com os cloroplastos. Pode-se dizer que as plantas eucariotas podem ser fruto de uma polissimbiose, ou seja, formado por organismos quadrigênomicos, um genoma nuclear do organismo fagocitante e mais três genomas bacterianos: aeróbicos, cianobacterias e espiroquetas. As células clorofiladas teriam surgido de forma autógena, com mudanças graduais em um processo evolutivo lento. As primeiras algas a surgirem foram as Cianobacterias e Proclorofitas estritamente procariotas, posteriormente com a origem dos eucariotos surgiram os outros grupos de algas que são estritamente eucariotas.
Talvez o primeiro avanço na complexidade das plantas tenha sido dado pela formação de indivíduos pluricelulares. A pluralidade nas plantas ainda é um mistério para a ciência, mas algumas hipóteses podem explicar esse primeiro passo.
As primeiras colônias podem ter surgido com a não separação das células filhas após a divisão celular. As células filhas ficaram retidas em uma bainha de mucilagem que envolvia a célula mãe. Isso é uma forte evidencia levando em consideração que em algumas colônias isso realmente acontece. As células são mantidas unidas por uma matriz gelatinosa. Em algumas colônias o número de célula não aumenta com o tempo, essas colônias em que o numero de células é mantido o mesmo do inicio ao fim recebem o nome de cenóbio. Formar colônias pode ser vantajoso em relação a indivíduos isolados.
Muitas vezes é difícil saber se formam realmente uma colônia uma vez que eles podem se apresentar de forma intermediaria, sendo difícil saber se realmente são coloniais ou se apenas estão aglomerados
Alguns representantes ainda vivos parecem demonstrar exemplos dessa transição de unicelular para a pluricelularidade. O Gonium é uma alga verde e apresenta uma colônia simples onde todas as células são iguais e totipotentes.

Gonium sp
Partindo deste ponto não é difícil imaginar que a partir daí a multicelularidade possa ter surgido permitindo a formação de estruturas com morfologias mais variadas, desde as mais comuns nas algas se destaca a formação de filamentos multisseriados passando por diversos tamanhos e formas até estruturas com vários metros de distância. Essa transformação de uma estrutura em forma de talo até estruturas multicelulares pode ter favorecido esses indivíduos quanto a seu metabolismo, aumentando significativamente seu tamanho e favorecendo a fotossíntese.

sábado, 30 de junho de 2012

Questão Bio Mais - 2012

(Bio Mais – 2012) Observe a tirinha abaixo:

Disponível em www.humorcomciencia.blogspot.com


As tênias também são chamadas de "solitárias", porque, na maioria dos casos, o portador traz apenas um verme adulto. Existem características que beneficiam o hábito e a reprodução desse parasita, são elas:
a)      As tênias são vermes parasitas intestinais capazes de resistir as variações de pH das sucos digestivos o que auxilia na absorção dos nutrientes pelo verme que são digeridos pelo hospedeiro,  também ajudam  na reprodução, pois as enzimas do trato digestivo ajudam a maturar as proglótides que são liberadas no solo.
b)      Por realizarem autofecundação, por serem hermafroditas, liberam suas proglótides grávidas com ovos no solo que é uma forma eficaz de completar o ciclo de vida da tênia pois dessa forma poderá contaminar outras pessoas.
c)       O boi e o porco são seus hospedeiros que liberando suas fezes no solo dão continuidade ao ciclo de vida contaminando o homem que ao pisar de pés descalços é facilmente contaminado, onde o verme chega na fase adulta dióica.
d)      A tênia possuem duas espécies Taenia solium  e Taenia saginata , apenas a T. solium pode ser chamada de solitária (Solange) pois é hermafrodita e realizam autofecundação já a T. saginata é uma espécie dióica.
e)      As tênias são hermafroditas capazes de autofecundação, através de suas proglótides grávidas nas regiões mais afastadas do escólex, liberam uma grande quantidade de ovos que saem junto com as fezes do hospedeiro.

sábado, 5 de maio de 2012

Dois Artigos: Biodiversidade em risco e Nossas lembranças para sempre?

Dois artigos bem distintos da revista Ciência Hoje; um sobre biodiversidade e outro sobre neurociência. Uma leitura bastante interessante para quem quer si aprofundar um pouco mais...

Artigos clique aqui

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Microalgas podem ser alternativa para biodiesel


Elas recebem o nome de micro, mas possuem uma possibilidade macro de se transformarem em uma alternativa na geração de energia limpa para o Brasil e, principalmente, o Rio Grande do Norte. O potencial energético das microalgas é o tema do Simpósio Brasileiro que se iniciou ontem, em Natal, e que pretende discutir os avanços nas pesquisas e as chances desses vegetais unicelulares serem utilizados como fonte de produção de biodiesel.

De acordo com o coordenador da área de aquicultura da Emparn, Ezequias Viana de Moura, a produção potiguar de microalgas  já é a maior do País, porém é utilizada quase exclusivamente como fonte de alimento para a carcinicultura. O objetivo agora é comprovar a viabilidade dessas algas unicelulares na produção de combustível limpo, algo que será buscado a partir de novembro, em um estudo previsto para durar três anos e que será realizado pela Emparn, em parceria com a UFRN e com patrocínio da Petrobras, no Centro Tecnológico de Aquicultura, em Extremoz.

O desafio é grande, uma vez que não basta mostrar que a produção de biodiesel a partir de microalgas é viável. É preciso chegar a números que assegurem a competitividade econômica dessa alternativa frente a outros combustíveis. As perspectivas, no entanto, também são animadoras. “A grande qualidade delas é que permitem que se trabalhe em áreas que não competem com a agricultura tradicional.”

Há possibilidade de se trabalhar em tanques próximos a estuários; usando qualquer tipo de água: salgada, doce, ou mesmo salobra; aproveitando efluentes de outras atividades, inclusive da carcinicultura; e extraindo nutrientes até mesmo do lodo proveniente de esgoto urbano. Esse leque de opções se soma aos benefícios ambientais, pois as microalgas também são grandes fixadoras de gás carbônico, ou seja, podem reduzir a quantidade de CO2 na atmosfera, combatendo fenômenos como o efeito estufa, ao atuar como verdadeiros filtros naturais do ar.

O problema a ser solucionado é o alto custo de produção das microalgas. “Para servir de alimento ao camarão, a produção já se desenvolveu, toda tecnologia está dominada e é totalmente viável. Não é barato, pois as microalgas necessitam de ambientes totalmente controlados, mas o preço do camarão justifica, pois é um produto que agrega bastante valor”, explica Ezequias Viana.

Segundo ele, o objetivo agora é descobrir como adaptar, ou melhorar essa tecnologia, de forma a compensar a produção de biodiesel. “O grande desafio é esse, porque hoje já há condições perfeitas de se produzir biodiesel a partir de microalgas, mas a questão é o custo, pois precisa se tornar viável. A tecnologia é em boa parte importada e ainda não dá garantia que a produção de óleo tenha a rentabilidade necessária”.

Fonte: Biodiesel BR