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terça-feira, 3 de abril de 2012

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Pinguins


Aptenodytes forsteri

Características
Pingüim, nome comum de qualquer uma das diversas aves aquáticas não-voadoras do hemisfério sul, que recebem também o nome de pássaros-bobos. Em sua maior parte, vivem na Antártida e em algumas ilhas subantárticas da Nova Zelândia. Mas podem viver em regiões situadas no sul da África, Austrália e América do Sul. A maioria dos pingüins tem o peito branco e o dorso e a cabeça negros.
Devido ao fato de suas patas estarem colocadas muito para trás, assumem uma posição ereta quando estão em terra. Em cada pata existem quatro dedos, três dos quais unidos por uma membrana. A plumagem é densa, lisa e gordurosa, sabem também escapar depressa de seus principais inimigos - tubarões, baleias e, sobretudo, as focas-leopardo. Pesam de 15 a 35 kg e podem viver de 30 a 35 anos.

Reprodução
Em certa época do ano, os pingüins dirigem-se à terra (plataforma de rocha ou gelo), para depositar os ovos. A fêmea deposita um ovo, raramente dois. A forma do ninho varia, segundo a espécie do pingüim: alguns cavam uma pequena fossa, outros constroem os ninhos com pedras e há aqueles que colocam o ovo sobre as pregas da pele sobre os pés.
Entre os casais de pingüins existe a fidelidade, e o divórcio acontece somente em 25% dos casos, a causa de tanta separação é devido à má reprodução.

Vida na água
Na água do mar, estão sempre fazendo muito barulho e sempre reunidos em grupos numerosíssimos. Realizam todas as funções vitais, mesmo dormir. Flutuam facilmente graças a grande quantidade de gordura e nadam com rapidez, usando apenas as nadadeiras, servindo as patas como leme. São muito especializados para o mergulho; suas asas rígidas assemelham-se às aletas de outros vertebrados nadadores. São capazes de deslocar-se a uma velocidade de 40 km/h. Costumam passar a maior parte do tempo na água, nadando com a ajuda das asas. Podem ser vistas, embora raramente, nas praias do Rio de Janeiro e Cabo Frio, para onde são levadas pelas correntes marítimas.

Alimentação
Eles são ativos e rápidos para alcançar suas presas, o bico é robusto e comprido, adaptado a apanhar e reter crustáceos, moluscos, peixinhos, sépias e outros animais marinhos de pequeno porte, sua alimentação preferida.


Spheniscus demersus

Mansos
São muito mansos e só agridem o homem quando ele se aproxima demais do lugar onde foram postos os ovos e onde são criados os filhotes. São divertidos, simpáticos e curiosos. Se capturados ainda jovens, são facilmente domesticados, podendo até afeiçoar-se a quem os trata.

Gestação e filhotes
O período de incubação dura de 5 a 6 semanas - os pais se revezam na busca do alimento, para que o ovo nunca fique abandonado. Nas primeiras semanas de vida, o pingüim comerá alimentos que os pais já digeriram e ficará sobre a guarda permanente de um ou outro, protegido dos demais pingüins e aves como a gaivota. Quando adquire o tamanho do pai, a penugem é substituída por penas, sinal que é tempo de aprender a nadar, e é tempo de abandonar o local e voltar ao mar, onde permanecerão (por vários meses) até recomeçar o ciclo.
Pingüim-imperador

Pingüim-Imperador e Pingüim-Rei
As maiores espécies são o pingüim-imperador (Aptenodytes forsteri), que pode alcançar altura superior a 1,2 m, e depositam seus ovos (somente um ovo) nos meses mais frios (Julho e Setembro), sob tormentas de neve, ventos gelados e temperatura de 50 ou 60 graus abaixo de zero.

O pingüim-rei (Aptenodytes patagonica), que chega a medir entre 90 cm e 1 m, reproduzem-se no verão polar (de Outubro a Março).
Tanto o pingüim-imperador como o pingüim-rei, incubam o ovo aos pés, cobertos por uma dobra de pele entre as pernas, e as crias permanecem sob estas dobras protetoras por um breve tempo, apenas o suficiente para que consigam regular sua temperatura corporal. Ambos caracterizam-se por apresentar grandes manchas alaranjadas ou amarelas nos lados do pescoço.

Pingüim-de-Barbicha
O nome pingüim-de-barbicha dado aos Pygoscelis antarctica, deriva de uma faixa preta que possuem no queixo. Em caso de perigo ele foge sempre para a terra, mesmo que o perigo venha daí, e busca os pontos mais altos do terreno. Quando pressente que seus dias estão chegando ao fim, ele atinge o máximo de lugares altos como colinas, onde ficarão aguardando o próprio fim. Seu habitat preferido fica na Geórgia do Sul, na Antártida.


Pygoscelis antarctica

Pingüim-De-Olho-Amarelo
O pingüim-de-olho-amarelo (Megadyptes antipodes) vive nas ilhas ao sul da Nova Zelândia. Embora conhecido como "grão-pingüim", tem dimensões médias (75 cm).
Spheniscus demersus
O Spheniscus demersus é representante da espécie mais comum de pingüins, adapta-se aos climas mais temperados, parte da África e, às vezes, até Angola.
Spheniscus magellanicus
Spheniscus magellanicus alcança o litoral do Rio de Janeiro, indo até Cabo Frio. É a espécie mais comum de nossos zoológicos e é encontrada nas praias do litoral sul.


Eudyptes chrysolophus

Classificação científica
Reino - Animal
Sub-reino - Metazoa (metazoários)
Filo - Chordata (cordados)
Subfilo - Vertebrata (vertebrados)
Classe - Aves
Ordem - Sphenisciformes (esfenisciformes)
Gêneros e Espécies - vários

Fonte: http://www.webciencia.com/14_pinguim.htm

sábado, 26 de março de 2011

Aves recifences

Gostaria de falar sobre algumas aves que cortam os céus do Recife.

Garça Branca

Nome Científico: Ardea alba

Família: Ardeidae

Ordem: Ciconiiformes

Distribuição: Da América do Norte ao estreito de Magalhães, em todo o Brasil.

Habitat: Comum à beira de lagos, rios e banhados.

Alimentação: Apanham insetos aquáticos, caranguejos, moluscos, anfíbios, répteis e peixes. Às vezes cobras, pequenos roedores.

Reprodução: Fazem ninhos sobre as árvores ou em arbustos nos brejais, em ilhas de matas, nos campos inundáveis e manguezais. Associam-se em colônias (ninhais). Os ovos são esverdeados ou verde-azulados.

A garça-branca-grande mede cerca de 90 cm. Seu corpo é completamente branco, longas pernas e pescoço. O bico é longo e amarelado, e as pernas e dedos pretos, a íris é amarela.

Ela é uma das mais elegantes das espécies de garças brancas. Ao caçar, aproxima-se lentamente, "pé ante pé", com o corpo baixado e o pescoço encolhido, para capturar numa bicada certeira a sua presa.

A garça-branca-grande é mansa, permanece imóvel, observando a aproximação de estranhos e, só depois, bate as grandes asas em retirada coaxando.

Fontes: http://eptv.globo.com/terradagente/0,0,2,55;4,garca-branca-grande.aspx

Bem-ti-vi

Nome científico : Pitangus sulphuratus

Onde pode ser encontrado em vida livre na cidade: Podemos observá-los em todos os parques, áreas verdes da
cidade, inclusive pousando em edifícios.

Biologia: Habitat Encontrados em quase todos habitats, mais comumente perto
de áreas abertas e úmidas, mas pode ser encontrado nas praias
de mar, jardins em cidades, clareiras, florestas e eucaliptais.

Comportamento: São agressivos, ameaçam até gaviões e urubús quando esses
se aproximam de seu "território". Costumam pousar em
lugares salientes como postes e topos de árvores.

Alimentação: Insetos, ovos de outros passarinhos, minhocas, frutas, peixes
pequenos, e até cobras, camundongos, rãs e aranhas.

Reprodução Põe 2 a 3 ovos e o período de incubação é de 17 dias.

Grau de ameaça no Estado
de S.Paulo e no Brasil

Relação com a cidade(adaptação, impacto, doenças):
Adapta-se a qualquer meio. Como é insetívora, merece a
proteção do homem, uma vez que faz o controle de insetos na
cidade. É uma das aves melhor adaptadas às áreas urbanas.

Curiosidades(tamanho, coloração, etc)
Bem-te-vi é um nome onomatopéico que representa a
vocalização mais característica desta espécie "bem-ti-virhttp://www.blogger.com/img/blank.gifr".



Fonte: ww2.prefeitura.sp.gov.br/arquivos/secretarias/meio_ambiente/fauna_flora/fauna/bemtevi.pdf

Rolinha


Nome científico: Scardafella squammata

Tamanho: 20 cm

Comportamento: A rolinha á bastante conhecida por seu canto inconfundível: fogo-apagou e pelo barulho que faz com as asas quando levanta vôo.

Fonte: http://www.atibaia.com.br/grota/fauna.htm