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terça-feira, 19 de julho de 2011

Não-africanos são parte neandertais, diz estudo


Pessoas sem ascendência africana têm um pedaço dos neandertais dentro de si. É o que afirma um estudo genético feito na Universidade de Montreal, no Canadá, e divulgado nesta segunda-feira (18) no jornal especializado “Molecular Biology and Evolution”.

O homem de Neandertal é uma espécie extinta do gênero Homo (o mesmo dos humanos modernos, os Homo sapiens) , que teria deixado a África entre 400 mil e 800 mil anos atrás – muito antes dos Homo sapiens, que saíram do continente há algo entre 50 mil e 80 mil anos.

Os neandertais viveram na área onde hoje está a França, a Espanha, a Alemanha e a Rússia.

O motivo da extinção da espécie é objeto de muita pesquisa. Estudos recentes indicam que os neandertais e os primeiros Homo sapiens teriam cruzado entre si e que os primeiros teriam sido “absorvidos”.

Essa hipótese é fortalecida pela pesquisa canadense, afirma o líder do estudo, Damian Labuda. O grupo identificou, há dez anos, um pedaço de DNA no cromossomo X humano diferente do resto, cuja origem era desconhecida.

Agora, depois de ser completado o genoma do Neandertal, a equipe comparou os cromossomos das duas espécies e descobriu que esse pedacinho desconhecido era, na verdade, DNA neandertal. Trecho que foi encontrado em pessoas de todos os continentes, menos da África. (Fonte: G1)

Fonte Ambiente Brasil

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tabela periódica ganha mais dois elementos


A tabela periódica acaba de ficar maior. Dois novos elementos químicos, de números 114 e 116, foram oficialmente reconhecidos por um comitê internacional de químicos e físicos.

Os novos elementos, que ainda não têm nome, duram menos de um segundo e se juntarão a substâncias famosas, como carbono, ouro, estanho e zinco.

No entanto o total de elementos conhecidos ainda está fixado em 114, porque os elementos 113 e 115 ainda não foram oficialmente reconhecidos, explicou Paul Karol, da Universidade Carnegie Mellon, que comandou o comitê que reconheceu as novas substâncias, com base em experiências feitas em 2004 e 2006, em um esforço conjunto de cientistas da Rússia e do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia.

Nos últimos 250 anos, novos elementos têm sido adicionados à tabela em média a cada dois anos e meio, disse Karol.
O comitê anunciou sua decisão na semana passada. Os cientistas do grupo foram convidados a submeter sugestões de nomes para os novos elementos. Seus números se referem à quantidade de prótons no núcleo de seus átomos.

Os novos elementos nasceram da colisão de elementos mais leves, explicou Karol. “É um átomo por vez,” disse, e eles existem por menos de um segundo antes de se desintegrarem, descreveu. (Fonte: Portal iG)

Fonte: Ambiente Brasil