A Parceira KamikazeKillers está participando de um concurso da Rádio Rock para tocar no Lollapalooza Brasil. A banda recifence que em 2014 gravou seu segundo álbum Shadown of the Past e DVD no Downtown Pub, para 2015 estão com turnê marcada para os Estados Unidos
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
Dia Mundial das Áreas Úmidas
As #ÁreasÚmidas estão em toda parte. São espaços alagados permanentemente ou periodicamente, que garantem água doce para todos e são fundamentais para a biodiversidade.
E não é só isso!!! As Áreas Úmidas conseguem reter cerca de 30% de todo o estoque de carbono. Isso é o dobro do estoque absorvido pelas florestas.
Ficou curioso? Aprenda mais.http://goo.gl/ABtcA5
Fonte: Ministério do Meio Ambiente
sábado, 24 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
‘Sala de aula invertida faz alunos virarem autores’
Por Jorgelina Tallei via porvir
Sempre pesquisei formas diferentes de trabalhar com os alunos e novas tecnologias para a sala de aula. No início do primeiro semestre de 2014, decidi pôr em prática a sala de aula invertida na disciplina Espanhol como Língua Adicional, na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu (PR).
A instituição tem alunos paraguaios, argentinos, bolivianos, peruanos e uruguaios, que contribuem muito para que o brasileiro aprenda espanhol. Na convivência do dia a dia, o aluno pode aprender novos costumes e culturas dentro da sala de aula.
A instituição tem alunos paraguaios, argentinos, bolivianos, peruanos e uruguaios, que contribuem muito para que o brasileiro aprenda espanhol. Na convivência do dia a dia, o aluno pode aprender novos costumes e culturas dentro da sala de aula.
A sala de aula invertida era a estratégia certa para que eles atuassem como autores, e não apenas como consumidores de tecnologia
Trabalhamos a pedagogia por projetos e a perspectiva do aluno, uma vez que, nas aulas, eles usavam diferentes tecnologias, como computadores, celulares e tablets. A sala de aula invertida era a estratégia certa para que eles atuassem como autores, e não apenas como consumidores de tecnologia. Além disso, a prática possibilita uma reflexão do uso do idioma tanto fora quanto dentro da classe, além de um trabalho a partir de uma reflexão crítica e de autonomia dos alunos.
Até aquele momento, os vídeos não eram utilizados na prática de língua adicional e nem havia registro de experiências neste sentido nas aulas. Usamos o YouTube para trabalhar os conteúdos e hospedar os vídeos que, tão logo publicados, eram compartilhados na página do Facebook. Na hora da revisão, quando não lembravam de uma palavra, eles sempre recorriam aos vídeos, porque é mais fácil associar palavras com as imagens.
De certa forma, esse trabalho ajudou alunos a: a) praticar língua estrangeira; b) revisar conteúdos já estudados em sala de aula; c) treinar a escrita em língua estrangeira; d) ampliar letramento digital; e) trabalhar em colaboração.
Ao terminar o curso, os alunos responderam a um questionário de avaliação em que dizem que a aula foi legal, mas que os vídeos precisam ser aprimorados. Já temos um projeto para trabalhar com designers e editores, mas levará um tempo.
Os vídeos produzidos pelos alunos podem ser encontrados na página Intercâmbio UNILA do Facebook, no blog Integrando las lenguas e noYouTube.
O professor e a notícia
Janaína Tokikata
O ensino está precário porque os professores de hoje são malformados, despreparados e ultrapassados. Quem nunca se deparou com esse discurso? Repetido em unanimidade pelos veículos de comunicação, esse enunciado contribui para a construção de uma imagem pejorativa do docente perante a sociedade e o culpa pelas deficiências do sistema de ensino. Além disso, a cobertura jornalística sobre educação feita no Brasil ignora temas mais complexos e o embate profundo de ideias.
É o que aponta o estudo “Quando o professor é notícia? Imagens de professor e imagens do jornalismo”, desenvolvido pela pesquisadora e jornalista Katia Zanvettor Ferreira como tese de doutorado para a Faculdade de Educação da USP. Na pesquisa, Katia investigou como notícias e reportagens da mídia brasileira interpretam e constroem uma representação do professor e de sua atuação. Segundo ela, foi possível observar uma predominância de discursos depreciativos, nos quais o principal argumento pró-qualidade do ensino aparece como a substituição dos professores atuantes.
“Os textos jornalísticos fazem uso de bandeiras legítimas e históricas da classe docente, como o reconhecimento de seu papel profissional, a valorização da carreira e aumento de salários, e as distorcem. Falam que a docência precisa ser valorizada, porém, não com os professores que temos, mas com outros mais qualificados, bem formados, jovens, que estão com garra para mudar as coisas. Em outras palavras, é uma valorização da carreira desvalorizando os profissionais que estão nela”, explica. Em contrapartida, há uma sobrevalorização do jornalista, que se coloca como um bom avaliador do professor. “A imprensa faz juízo de valor ainda que não seja essa a sua tarefa”, diz.
Para Sueli Cain, diretora acadêmica do grupo educacional Weducation, controlador, entre outros, dos colégios Mater Dei, Internacional Ítalo-Brasileiro e Internacional Vocacional Radial, o professor é retratado pela mídia como um profissional que até tem força de vontade, mas não possui formação adequada para exercer sua profissão. Assim, ele é causador em parte da deficiência educacional dos alunos. “Há projetos que valorizam o professor na mídia, porém são poucos. Geralmente, o professor é mostrado como profissional mal preparado, que não consegue manter o nível de suas aulas por excesso de trabalho e que, por esses motivos, ajuda a educação a ir à bancarrota”, diz.
Ao ignorar a realidade do complexo universo educacional brasileiro, a mídia reproduz um discurso preconceituoso, baseado no senso comum. É o que acredita Cibele Racy, diretora do EMEI Guia Lopes, em São Paulo: “Se é certo que a educação precisa se oxigenar, é certo também que não podemos descontextualizar a figura do professor ou atribuir-lhe o ônus de uma série de equívocos historicamente promovida pelas gestões públicas ou a ausência de políticas sérias que visem a valorização desses profissionais”.
Para a diretora, novelas e noticiários, entre outros produtos midiáticos, fazem um desenho daquilo que seria um bom ou mal profissional da educação. “Se, por um lado, as professoras primárias das novelas atribuem-se características angelicais e pouco profissionais, baseadas na ideia de que a professora seria uma segunda mãe ou aquela que trabalha por amor, por outro, os minutos dedicados à realidade desses profissionais dividem-se entre colocá-los como vítimas de um contexto hostil ou como protagonistas de distúrbios comportamentais bárbaros, criminalizando-os”, diz Cibele.
Valdir Heitor Barzotto, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e cocoordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas, Produção Escrita e Psicanálise, destaca que outro chavão reproduzido pela imprensa é aquele que diz que os professores bons são aqueles que ganham bem e que foram trabalhar em outras coisas, pois só os ruins, que se sujeitam a trabalhar por salários baixos, permanecem na escola. “A gente tem tentado debater isso porque, afinal, não há nada que sustente essa tese. A mídia não procura um professor da escola básica para falar sobre assuntos sérios, é sempre para expô-lo como testemunha da baixa qualidade da escola”, afirma.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Período de andada do caranguejo-uçá.
Começa, nesta quinta-feira (22), mais um período de andada do caranguejo-uçá.
Neste período a cata, comercialização e o consumo são proibidos. É neste período que os caranguejos saem de suas tocas e andam pelo manguezal para acasalamento e liberação de ovos.
Denuncie a comercialização irregular pelo telefone (81) 3181-1700
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Produtividade Científica não representa qualidade
Voltando-me para o mundo acadêmico (uma dimensão paralela), sempre dou uma pequena passeada em alguns sites: o blog do Prof. Marcelo Sabbatini e o Pós-graduando são dois exemplos. Navegando pelo último, bem humorado, de grande utilidade e seriedade para quem se aventura pela pós-graduação me deparei com esse artigo sobre um assunto que sempre me intrigou/incomodou e esses caras sintetizaram algo próximo da minha opinião acerca do assunto.
Deem uma lida no artigo, vale a pena
A principal vitrine dos pesquisadores são as publicações de artigos científicos em periódicos. Isto posto, por muitos é considerado que o indivíduo que produz mais publicações obtém maior visibilidade. Este critério é de tanta influência que é adotado, como tópico de avaliação, na maioria do processos seletivos, inclusive em concursos públicos. Essas considerações induziram aos profissionais uma busca por um alto número de publicações.
Mas atenção! Essa filosofia pode ser equivocada, injusta ou até perigosa. A corrida pela alta produtividade, de certa forma, agregou aos artigos uma série de inconvenientes: a má conduta, principalmente o plágio, e a baixa qualidade, tanto na escrita quanto no conteúdo científico. Editores e revisores chamam cada vez mais atenção a essa infeliz realidade, inclusive à consequente e crescente rejeição dos textos submetidos.
Quantidade x Qualidade. Afinal, o que mede a relevância das produções de um pesquisador?
A medida da qualidade de um artigo científico
Textualmente falando, elegância, cronologia, objetividade, clareza e ética são alguns dos elementos chave de uma boa redação. É necessário que exista uma boa sincronia nas informações fornecidas, desde o título à conclusão. Uma outra importante característica é pessoalidade na escrita. Atualmente, é muito comum os escritores seguirem o “estereótipo da moda”, que não é exatamente um erro, mas uma armadilha. Como a maioria dos periódicos tem um modelo de publicação, os escritores devem ter cuidado e sabedoria para construir um texto que atenda ao padrão da revista, mas principalmente forneça um conteúdo rico, real e único ao leitor.
A relevância de um artigo científico é medida geralmente pelo fator de impacto do periódicos, multidisciplinaridade, o aspecto inovador e o número de citações. Este último associado ao número de publicações, gera o índice H, que é um dos principais utilizados pela comunidade científica para avaliar as produções de um pesquisador.
O Brasil no Ranking Mundial
Durante a década de 90, o Brasil publicava anualmente uma média de 8.000 artigos científicos. De acordo com os dados da scimago [1], em 1996 estava posicionado em 21º no ranking mundial. Diante deste cenário, o governo criou programas associados a altos investimentos, com o objetivo de fornecer suporte para a realização de pesquisas nos diversos ramos da ciência, tecnologia e inovação, afim de incentivar as produções dos pesquisadores, assim como gerar uma séries benefícios socioeconômicos à população. Et Voilá, deu certo! O número de publicações anuais cresceu gradativamente. Em 2013, foram publicados pelos pesquisadores brasileiros 59.111 artigos, posicionando nosso país no 13º, subindo assim 8 posições. Mas, infelizmente no índice H, o Brasil permanece desde 1996 até 2013 em 22º, isso significa dizer que apesar de o número de publicações ter aumentado, a relevância ou qualidade dos artigos não melhorou, mostrando aí uma disparidade na evolução da ciência no país. Existe uma série de fatores que influenciam esse efeito, sendo o principal é a própria conduta política e cultural, o tal “fazer pra mostra serviço”. Ciência não é, nem nunca será, uma receita de bolo,todos do meio devem tomar consciência que: Sim, Publicar é preciso! Mas é necessário respeitar o tempo necessário para a construção de um bom trabalho e ter bom senso na avaliação dos resultados. Considerando ainda que o estímulo parcerias significativas podem gerar boas publicações, uma vez que com a existência de autores multidisciplinares, a interpretação dos dados obtidos na pesquisas terão explicações muito mais fundamentadas.
[1] http://www.scimagojr.com/countryrank.php
Fonte: Pós-graduando
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
O que você não sabe sobre óleos de cozinha
Você já deve ter cansado de ouvir falar da perigosa e difamada gordura trans, mas sabe o que é? O que faz? Onde está presente?
Tudo começou na década de 1960, quando o colesterol e a gordura saturada foram anunciados os vilões da alimentação. Para fugir desses perigos, a indústria alimentícia descobriu que era possível hidrogenar a gordura vegetal, que é insaturada, transformando-a em saturada, sem colesterol, sólida em temperatura ambiente, estável e com validade longa. Assim foi criada a margarina, substituta da manteiga (de origem animal e com colesterol). A partir daí o processo de hidrogenação tem sido usado em larga escala. Só que é ele quem produz a temida gordura trans.
A gordura saturada é um ácido graxo que só tem ligações simples, enquanto a gordura insaturada possui ligação dupla em sua cadeia, sempre em configuração cis. O objetivo do processo de hidrogenação é quebrar essa ligação dupla, através da adição de hidrogênio, gerando uma ligação simples. Até aí não haveria problema, mas infelizmente o processo permite que algumas cadeias permaneçam insaturadas e mudem de configuração, adquirindo a configuração trans. Está criada a gordura trans, e não há meios de removê-la ou impedir que ela se forme no processo.
Como surgem as gorduras trans. Foto: Reprodução/colesterolunb2012
Inicialmente, acreditava-se que a gordura trans era melhor que a gordura saturada, mas depois foi visto que na verdade ela aumentava o colesterol LDL (o colesterol ruim) da mesma maneira que a gordura saturada. Então foi observado o grande problema: além de aumentar o LDL, a trans diminui o colesterol HDL (o colesterol bom), o que aumenta muito o risco de doenças do coração.
E o que a gordura trans tem a ver com os óleos de cozinha que são gorduras insaturadas, líquidas, e o rótulo indica 0% de trans? Tem duas coisas muito importantes e que a maioria das pessoas nunca ouviu falar. Esses óleos têm período de validade baixo naturalmente, em cerca de 10 dias ficam rançosos. Para contornar o problema é feita uma hidrogenação parcial, o que aumenta muito sua validade e estabilidade, mas acrescenta gordura trans (que não é indicada no rótulo). Além disso, conforme esses óleos vão sendo aquecidos, mais gordura trans é gerada. Portanto, nem pensar em reutilizar o óleo de cozinha, pois a cada novo aquecimento, mais prejudicial ele se torna.
Então o que usar para cozinhar? O melhor é o óleo de coco, que é uma gordura saturada de fácil metabolização, tem alto período de validade e não passa pelo processo de hidrogenação. A banha de porco usada por nossas avós também é melhor alternativa do que os óleos vegetais. O azeite de oliva é muito bom, mas para ser consumido sem aquecimento.
Não se engane, sempre que se lê nos rótulos os termos “gordura hidrogenada”, “hidrogenação parcial”, “gordura vegetal hidrogenada”, tem gordura trans!
Fonte: Diário de Biologia
domingo, 18 de janeiro de 2015
Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes lança edital de concurso para diversos cargos (Biólogos e Professores)
A Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes lançou neste sábado (17/01), o edital de concurso público para diversas áreas. O texto pode ser acessado aqui (vá até o final do Diario Oficial). Ao todo, estão sendo oferecidas 1.399 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. As inscrições terão início no dia 26 deste mês e seguem até 04 de março através do site www.aocp.com.br. Os valores vão de R$ 27 a R$ 54, a depender do cargo pretendido.
As vagas disponíveis são: agente comunitário de saúde; auxiliar, técnico e analista em Meio Ambiente; arquiteto; engenheiro; assistente, técnico e analista em saúde; médico (em diversas áreas); assistente e analista em Políticas Sociais e Econômicas; assistente e analista de suporte a gestão; auditor fiscal
tributário; analista de controle interno; e Professor I e II.
Os salários variam entre o valor de um salário mínimo até R$ 3.872,00 (neste último, mais gratificações que podem chegar a R$ 5.348,00). A empresa que ganhou o pregão foi o Instituto AOCP Concursos Públicos.
Fonte: Diário de Pernambuco
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